domingo, 16 de outubro de 2016

Educação na Globalização: os pontos positivos e negativos.


Sem dúvida a educação também sofre os impactos da globalização, sejam eles positivos ou negativos. A internet um dos principais instrumentos da globalização, tem um papel importantíssimo na educação, como por exemplo, fazer um curso a distância, participar de uma teleconferência, um fórum de discussão, e tudo isso com custos bem inferiores do que  na educação presencial.
Não podemos deixar de falar que é possível estudar até mesmo através das redes sociais, (Facebook, Twitter etc.); pelos Chats ou Bate-Papo (WahtsApp, Oncast, Hangouts, Menssenger,etc). ou pelo menos que estes sirvam de suporte ao processo de ensino-aprendizagem. Pois a partir desses aplicativos, é possível a cooperação entre estudante, interação ao conhecimento por meio de sites das editoras, das universidades dentre outras instituições.
Paulo Freire aponta entre os saberes necessários à pratica educativa, entre outras coisas, os seguintes itens:  respeito aos saberes dos educandos, criatividade, ética, aceitação do novo, rejeição a qualquer forma de discriminação, e assunção da identidade cultural. (FREIRE, 1996, p.30-41). Mas aqui está o problema nem todos os profissionais da educação sabem manejar as novas tecnologias da informação (TICs) em prol do ensino aprendizagem, ou  não querem encarar o novo, além disso nem todos os estabelecimento de ensino dispões dessas tecnologias.
Na contra mão desse processo,  a mesma internet que pode fazer educação, que  pode promover trocas de ideias e conhecimentos; também traz destruição principalmente através das redes sociais e isso porque muitos não sabem separar o “joio do trigo”. E há quem está ali só para tirar proveito, como postar ideologia discriminatória ou preconceituosa ou hackear contas bancárias, informação sigilosa, se esconder atrás do mundo virtual para praticar a pedofilia ou comércio ilícito.
Qualquer cidadão de bem ou empresas está propenso, ao ataque dos piratas da rede mundial de computadores, o público mais vulnerável nesse universo, sem sombra de dúvidas são as crianças e os adolescentes, que são aliciados pela prostituição e outras coisas mais.
Na atual era da Globalização, é lamentável saber que as informações circula na velocidade da luz ao ponto de já não sabermos mais o que é verdadeiro e o que falso, se não fizermos um investigação minuciosa. É nesse contexto que a educação fica prejudica, quando a mentira passa como verdade. Ou quando simplesmente as pesquisas dos estudantes não passam de “Ctrl-C e  Ctrl-V”,   o educando de hoje já não querem pensar e produzir mais, apenas copiar o que está pronto de qualquer jeito no espaço cibernético.
Há de se pensar uma educação, onde poderemos usar essas ferramentas com responsabilidade e sabedoria, onde o educador e o educando possa construir conhecimentos juntos, porque só assim teremos cidadão críticos, politizados e globalizado.



FREIRE, P. Pedagogia da autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

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