Sem dúvida a
educação também sofre os impactos da globalização, sejam eles positivos ou
negativos. A internet um dos principais instrumentos da globalização, tem um
papel importantíssimo na educação, como por exemplo, fazer um curso a
distância, participar de uma teleconferência, um fórum de discussão, e tudo
isso com custos bem inferiores do que na
educação presencial.
Não podemos
deixar de falar que é possível estudar até mesmo através das redes sociais, (Facebook, Twitter etc.); pelos Chats ou Bate-Papo (WahtsApp, Oncast, Hangouts,
Menssenger,etc). ou pelo menos que estes sirvam de suporte ao processo de ensino-aprendizagem.
Pois a partir desses aplicativos, é possível a cooperação entre estudante,
interação ao conhecimento por meio de sites das editoras, das universidades
dentre outras instituições.
Paulo Freire
aponta entre os saberes necessários à pratica educativa, entre outras coisas,
os seguintes itens: respeito aos saberes
dos educandos, criatividade, ética, aceitação do novo, rejeição a qualquer
forma de discriminação, e assunção da identidade cultural. (FREIRE, 1996,
p.30-41). Mas aqui está o problema nem todos os profissionais da educação sabem
manejar as novas tecnologias da informação (TICs) em prol do ensino
aprendizagem, ou não querem encarar o
novo, além disso nem todos os estabelecimento de ensino dispões dessas
tecnologias.
Na contra mão
desse processo, a mesma internet que
pode fazer educação, que pode promover
trocas de ideias e conhecimentos; também traz destruição principalmente através
das redes sociais e isso porque muitos não sabem separar o “joio do trigo”. E
há quem está ali só para tirar proveito, como postar ideologia discriminatória
ou preconceituosa ou hackear contas bancárias, informação sigilosa, se esconder
atrás do mundo virtual para praticar a pedofilia ou comércio ilícito.
Qualquer
cidadão de bem ou empresas está propenso, ao ataque dos piratas da rede mundial
de computadores, o público mais vulnerável nesse universo, sem sombra de
dúvidas são as crianças e os adolescentes, que são aliciados pela prostituição
e outras coisas mais.
Na atual era
da Globalização, é lamentável saber que as informações circula na velocidade da
luz ao ponto de já não sabermos mais o que é verdadeiro e o que falso, se não
fizermos um investigação minuciosa. É nesse contexto que a educação fica
prejudica, quando a mentira passa como verdade. Ou quando simplesmente as
pesquisas dos estudantes não passam de “Ctrl-C e Ctrl-V”,
o educando de hoje já não querem pensar e produzir mais, apenas copiar o
que está pronto de qualquer jeito no espaço cibernético.
Há de se
pensar uma educação, onde poderemos usar essas ferramentas com responsabilidade
e sabedoria, onde o educador e o educando possa construir conhecimentos juntos,
porque só assim teremos cidadão críticos, politizados e globalizado.
FREIRE, P. Pedagogia
da autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e
Terra, 1996.
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